Aquilo a que os peritos chamaram de “a segunda vaga da internet“, ou a web 2.0 para além de outros contributos, avivou em todo o Mundo o termo de comunidade. Comunidade esta que se entende global, composta por um infinito número de micro comunidades em constante regeneração.
Para os profissionais de marketing é fundamental perceber quais as comunidades que se encaixam nos seus produtos/serviços/marcas, mas cada vez mais perceber quem são os chamados líderes dessas comunidades.
Aquilo que chamámos opinion makers.
Estes indivíduos valem tanto mais quanto a sua capacidade de influência social, podendo “tão somente” ditar a diferença entre o comprar/não comprar, investir/não investir (…).
E o que torna mais desafiante este paradigma é que todos nós temos (em escalas diferentes) a capacidade de influenciar as atitudes e decisões das outras pessoas.
Com o aumento exponencial das redes sociais e plataformas colaborativas de partilha esta capacidade de influência individual adquiriu proporções nunca antes vistas. Tome-se como exemplo o sucesso da plataforma TripAdvisor, onde os utilizadores expressam as suas experiências e opiniões sobre determinado local, gerando a melhor ou pior reputação para o mesmo.
Foi por isso com naturalidade que começaram a surgir ferramentas de medição do poder de influência individual através das redes sociais. Entre as mais populares estão o Klout, o PeerIndex e o GetAboutMe.
São ainda, na minha opinião, plataformas que carecem de mais desenvolvimento, mas na sua essência podem impulsionar a criação de valor para o “comum dos utilizadores”.
De seguida uma pequena infografia sobre o assunto:








